"Decido amar-te como ninguém viu
Beijar teus lábios fazendo o tempo parar
Mas amanhã já não te entendo
Nem mesmo te quero por perto
Até o todo sentir-se frio
Gelado e amargo
Gostos árduos para a maioria
Porém tão doces quanto mel para mim
Então se achares por demais crueldade em minhas palavras
Para de ler elas agora se não quer torturar-se ainda mais
Foge da veritas porque ela não te pertence
Ela não quer ser parte de ninguém
Ela voa livre e se encontra no fundo
Nem mesmo os mais sábios a têm em vida
Não queiras tu te apropriar dela
Seria tolice tal poder em mãos tão leigas e sem requinte
Seria tolice não deixá-la livre."
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